Da Biomedicina à Medicina: aos 28, ela amplia carreira na estética
A Wiitch Plant reúne mulheres que se destacam por suas trajetórias profissionais, negócios e histórias de transformação. Entre essas empreendedoras está Beatriz Carvalho, que construiu uma carreira na Biomedicina Estética e na harmonização facial e, aos 27 anos, decidiu voltar às salas de aula para cursar Medicina (pela Faculdade Municipal Professor Franco Montoro). Aos 28, ela concilia a rotina de estudante com a administração da própria clínica e uma carreira já consolidada na estética. Wiitch Plant Divulgação A escolha pela Medicina não representa uma mudança de caminho, mas a continuidade de um projeto profissional que sempre teve como característica a busca por conhecimento e aperfeiçoamento. Formada em Biomedicina e especialista em Biomedicina Estética, Beatriz encontrou na harmonização facial a área em que poderia unir conhecimento técnico, precisão e sensibilidade. Foi nesse segmento que desenvolveu sua identidade profissional e passou a construir seu nome. Hoje, seu trabalho é marcado pela busca por resultados naturais, com atenção ao equilíbrio e à proporção do rosto. Para Beatriz, um bom procedimento não deve transformar a identidade de uma pessoa, mas valorizar características que já existem. Uma carreira construída antes dos 30 Chegar aos 28 anos com uma clínica própria e uma carreira estabelecida poderia representar, para muitos profissionais, um momento de estabilidade. Para Beatriz, foi justamente quando surgiu a vontade de dar um novo passo. Quanto mais se aprofundava na estética facial, maior ficava seu interesse por anatomia, possibilidades terapêuticas e pelo conhecimento que a formação médica poderia acrescentar à sua trajetória. Foi então que, aos 27 anos, decidiu cursar Medicina. A escolha aconteceu quando sua carreira na Biomedicina Estética já estava consolidada. Em vez de abandonar o que havia construído, Beatriz decidiu ampliar sua formação. “Eu já trabalhava com aquilo que amo, mas sentia que poderia fazer ainda mais. A Medicina surgiu desse desejo de aprofundar meu conhecimento e ampliar, no futuro, aquilo que poderei oferecer aos meus pacientes.” Quando o próximo passo exige recomeçar Voltar à universidade significou assumir novamente uma rotina de aulas, provas, estudos e compromissos acadêmicos, enquanto continuava administrando uma empresa e atendendo na própria clínica. A nova fase também exige conciliar a graduação com a vida pessoal e o casamento. A decisão trouxe uma mudança de rotina e a necessidade de reorganizar prioridades. Ao mesmo tempo, representa a disposição de voltar à posição de estudante mesmo depois de já ter conquistado espaço profissional. Wiitch Plant Divulgação Esse contraste faz parte da história de Beatriz: ela mantém uma carreira consolidada na estética enquanto começa uma nova etapa de formação. A Medicina, nesse contexto, não substitui sua trajetória anterior. É uma extensão do projeto profissional que pretende construir nos próximos anos. Um futuro voltado à cirurgia estética facial Beatriz já tem uma ideia de onde pretende chegar. Seu interesse está especialmente ligado às cirurgias estéticas faciais, área na qual deseja aprofundar sua formação médica no futuro. A experiência acumulada ao longo dos anos trabalhando diretamente com o rosto, estudando proporções e entendendo as expectativas de pacientes passa a fazer parte da bagagem que ela leva para a nova etapa profissional. A intenção é, futuramente, ampliar sua atuação para procedimentos cirúrgicos, mantendo uma filosofia que acompanha seu trabalho desde o início: buscar resultados que valorizem a pessoa sem descaracterizá-la. Esse futuro, no entanto, começa agora, entre aulas, provas, estudos e a rotina da clínica. Beleza sem excessos Em sua clínica, em Mogi Guaçu, Beatriz desenvolveu uma maneira própria de enxergar a estética. Seu trabalho parte da ideia de que o rosto deve ser observado como um conjunto. Cada procedimento precisa considerar a harmonia entre diferentes características, e não apenas uma área isolada. Por isso, sua proposta não está em reproduzir padrões ou seguir tendências passageiras, mas em avaliar o que faz sentido para cada paciente. A naturalidade acabou se tornando uma das marcas de seu trabalho. “Eu não quero transformar alguém em outra pessoa. Quero valorizar aquilo que ela já tem de bonito. Quando o resultado é elegante, equilibrado e o paciente continua se reconhecendo, é quando sinto que meu trabalho cumpriu seu propósito.” A filosofia também traduz uma visão de estética baseada menos na transformação e mais no refinamento. Uma história que ainda está sendo escrita Aos 28 anos, Beatriz já poderia enxergar a clínica própria e o reconhecimento conquistado na harmonização facial como uma chegada. Ela prefere enxergar como um novo ponto de partida. Entre a rotina empresarial, os atendimentos e os livros de Medicina, constrói uma carreira em diferentes etapas, mantendo a estética facial como fio condutor. Biomédica Esteta por formação. Empresária por escolha. Estudante de Medicina por vontade de ir além. No centro dessas diferentes experiências permanece a mesma paixão pela estética facial. “Não me vejo atuando em outra área. Tenho certeza do que amo fazer. A Medicina não representa uma mudança de direção para mim; representa a possibilidade de chegar ainda mais longe dentro daquilo que escolhi para a minha vida.” Sua trajetória, portanto, não é sobre deixar uma profissão para seguir outra. É sobre continuar aprendendo mesmo depois de conquistar espaço. Aos 28 anos, Beatriz Carvalho começa um novo capítulo profissional, levando para a Medicina a experiência construída na Biomedicina Estética e projetando uma atuação que, no futuro, poderá unir ciência, estética e cirurgia. O olhar da Wiitch Plant Para a Wiitch Plant, a trajetória de Beatriz representa justamente o espírito do grupo: mulheres que não se acomodam diante das conquistas e seguem buscando novos caminhos para crescer profissionalmente. “A história da Beatriz representa muito do que acreditamos quando falamos sobre empreendedorismo feminino: a coragem de construir, reconhecer suas conquistas e, ainda assim, continuar aprendendo e buscando novos desafios. Ela mostra que uma carreira não precisa seguir uma única linha e que é possível ampliar os próprios horizontes sem deixar para trás tudo aquilo que já foi construído. É uma trajetória de dedicação, coragem e, principalmente, de vontade de continuar evoluindo”, destaca o porta-voz do grupo. Beatriz Carvalho, CRBM 48.148
Leia também